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02/03 – Início da Vacinação HPV para meninas de 9 a 13 anos

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Vacinação contra HPV supera meta de 80%

Mais de 4,1 milhões de meninas já foram vacinadas, o que representa 83,5% do grupo prioritário. A segunda dose deverá ser aplicada a partir de setembro



Em menos de três meses de mobilização, mais de 4,1 milhões de meninas já receberam a primeira dose da vacina contra HPV (Papiloma Vírus Humano). O número representa 83,5% do público-alvo, formado por 4,9 milhões de adolescentes na faixa-etária de 11 a 13 anos. A meta era vacina 80% deste grupo. A partir de setembro, as meninas receberão a segunda dose da vacina.
Os estados com maior cobertura são Ceará, com 98,8% do público prioritário vacinado; São Paulo, com 96%; e Santa Catarina, com 92,8%. Para o ministro da Saúde, Arthur Chioro, o esforço dos estados e municípios de seguir a recomendação do Ministério e realizar a vacinação nas escolas contribuiu para o bom desempenho da mobilização.  
“Esta estratégia facilita porque a equipe de saúde consegue vacinar um maior número de meninas em pouco tempo, garantindo uma boa cobertura”, observou Chioro. Por outro lado, o ministro lembrou que vacinação continua nos postos de todo o país, principalmente nos estados que ainda não atingiram a meta.   
“A alta cobertura, alcançada em tão pouco tempo, mostra que a população está consciente da importância da vacinação para garantir, no futuro, a proteção das meninas de hoje contra o câncer do colo do útero”, acrescentou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
Em março, o Sistema Único de Saúde (SUS) passou a ofertar a vacina contra HPV, utilizada na prevenção do câncer do colo do útero, para meninas de 11 a 13 anos. Em 2015, serão vacinadas as adolescentes de 9 a 11 anos e, em 2016, começam a ser imunizadas as meninas que completam 9 anos. O esquema de vacinação é composto por três doses: a segunda é aplicada com intervalo de seis meses e a terceira, de reforço, cinco anos após a primeira dose. Durante todo o ano, a vacina contra HPV estará disponível nas 36 mil salas espalhadas pelo país.
SEGURANÇA – A vacina contra HPV tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus. Hoje, ela é utilizada como estratégia de saúde pública em 51 países, por meio de programas nacionais de imunização. Estimativas indicam que, até 2013, foram distribuídas cerca de 175 milhões de doses em todo o mundo. A sua segurança é reforçada pelo Conselho Consultivo Global sobre Segurança de Vacinas da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Nas doses aplicadas no Brasil, a vacina manteve o seu padrão de segurança, como observado mundialmente.
A vacinação é o primeiro de uma série de cuidados que a mulher deve adotar para a prevenção do HPV e do câncer do colo do útero. Ela não substitui a realização do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais. O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo, o Papanicolau, a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos negativos.
Para o primeiro ano, o Ministério da Saúde adquiriu 15 milhões de doses. A vacina utilizada é a quadrivalente, que confere proteção contra quatro subtipos (6, 11, 16 e 18) do HPV, com eficácia de 98%. Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero em todo mundo. O vírus HPV é uma das principais causas de ocorrência do câncer do colo de útero - terceira maior taxa de incidência entre os cânceres que atingem as mulheres, atrás apenas do de mama e de cólon e reto.

SOBRE O HPV – É um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18.  Em relação ao câncer de colo do útero, estudos apontam que 270 mil mulheres, no mundo, morrem devido à doença. Neste ano, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos e cerca de 4.800 óbitos.
BALANÇO:
Estado
Total
População
Doses aplicadas
Cobertura (%)
25.688
9.489
36,94
116.151
26.729
23,01
23.511
18.099
76,98
242.025
186.911
77,23
44.442
37.523
84,43
15.280
11.479
75,12
41.248
35.776
86,73
NORTE
508.345
326.006
64,13
97.285
83.962
86,31
379.528
316.705
83,45
242.810
240.060
98,87
208.881
166.154
79,54
98.850
79.537
80,46
239.175
190.997
79,86
88.087
78.125
88,69
83.797
69.449
82,88
59.841
51.875
86,69
NORDESTE
1.498.254
1.276.864
85,22
86.675
77.966
89,95
480.404
402.031
83,69
374.707
293.135
78,23
953.778
915.628
96,00
SUDESTE
1.895.564
1.688.760
89,09
257.594
198.254
76,96
243.596
217.861
89,44
148.562
137.932
92,84
SUL
649.752
554.047
85,27
106.206
43.251
40,72
152.823
132.846
86,93
63.624
52.133
81,94
80.338
64.533
80,33
CENTRO-OESTE
402.991
292.763
72,65
BRASIL
4.954.906
4.138.440
83,52
Fonte: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/sas/dapes/noticias-dapes/16417-vacinacao-contra-hpv-supera-meta-de-80

CICLO DE DEBATES 2015

Aconteceu na quarta feira 11 de fevereiro às 13:30h no auditório da Associação Brasileira de Odontologia (ABO-RJ) o Ciclo de Debates 2015.

TEMA: "Planejamento de 2015 com o Secretário Municipal de Saúde"

1- Objetivos da sessão Temática:

Apresentar o planejamento da SUBPAV, divulgar os resultados de 2014, as estratégias e metas para 2015, de forma a permitir o alinhamento da rede de atenção primária às prioridades apontadas.

2- Resultados Esperados

Alinhamento às prioridades estratégicas e cumprimento das metas pelos profissionais da atenção primária.

3- PROGRAMAÇÃO:
3.1 - Subtema: Resultados de 2014

3.2 - Subtema: Planejamento para 2015

* Hoje 25 de fevereiro acontece o segundo Ciclo de Debates do ano, com o tema:

Desafios e tecnologias na Atenção às pessoas em Situação de Vulnerabilidade
































REUNIÃO GERAL E NOVA EQUIPE DO NASF

Nesta quinta feira 19 de fevereiro, aconteceu mais uma Reunião Geral no CMS Dr. Albert sabin; foram discutido assuntos como Bolsa Família, Cartão Família Carioca, preenchimento de cadastros, entre outros. Tivemos também a apresentação da nova Equipe do NASF (Núcleo de Apoio a Saúde da Família).

EQUIPE DO NASF: Gustavo Polari (Médico Psicólogo); Maila Natividade (Médica Nutricionista) e João Victor (Médico Fisioterapeuta)









terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

FIQUE SABENDO: CHIKUNGUNYA



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MS lança guia sobre febre de chikungunya
Está disponível no site do Ministério da Saúde a publicação Febre de Chikungunya: Manejo Clínico (clique aqui para acessar). O material, que foi elaborado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS) encontra-se de acordo com todos os protocolos internacionais existentes, é direcionado aos profissionais de saúde que atuam com atendimento clínico, com intuito de dar orientações que auxiliem no diagnóstico precoce e no manejo adequado da doença.
De acordo com Giovanini Evelim Coelho, coordenador-geral do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, a ideia é que o material sirva como guia para os profissionais médicos. “A febre de chikungunya é uma doença nova para a maioria dos profissionais de saúde do país. Então é fundamental que se tenha uma publicação detalhada com a conduta a ser adotada, sobre as medicações que precisam ser ministradas aos pacientes. Por isso, esse material, que foi ricamente discutido com especialistas, servirá de referência técnica para aumentar a segurança na conduta clínica dos pacientes infectados”, explica.
Os sintomas da dengue e da febre chikungunya são muito parecidos e, segundo Coelho, coordenador-geral do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, chegar ao diagnóstico correto é o principal desafio dos profissionais médicos. A doença pode evoluir em três fases, conhecidas como aguda, subaguda e crônica. É importante lembrar que o manejo clínico é diferenciado de acordo com cada fase.
A febre de chikungunya é causada por vírus do gênero Alphavirus e é transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo as fêmeas do Aedes aegipty e Aedes albopictus os principais vetores. Os sintomas que se apresentam são febre alta, dor muscular e nas articulações, cefaleia e exantema (erupção cutânea); os sinais costumam durar de três a 10 dias. Segundo informações da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), a letalidade da chikungunya é rara, sendo menos frequente que nos casos de dengue.
Fase aguda ou febril – Esta fase é caracterizada por febre súbita e intensa poliartralgia, acompanhadas de dores nas costas, dores de cabeça e fadiga, com duração média de sete dias. Consulte outros sintomas no guia.
Fase subaguda – Alguns pacientes evoluem com persistência das dores articulares após a fase aguda e entram na fase subaguda, que pode durar até três meses.
Fase crônica – Se os sintomas da fase subaguda persistirem, o paciente atinge a fase crônica, que pode durar até três anos. Coelho lembra que apenas um pequeno percentual (em torno de 1%) das pessoas com a doença desenvolve a forma crônica. “São pacientes que existem cuidados de fisioterapia, de reabilitação. É mais raro, mas é um percentual importante.”
Até o momento, não existe tratamento antiviral específico para a doença. A terapia utilizada é de suporte sintomático, hidratação e repouso. “O chikungunya causa uma dor articular muito intensa, então existe uma indicação de alguns medicamentos, como antinflamatórios, que no caso da dengue não se indicam”, afirma o coordenador. O especialista lembra que quem se infecta com o vírus fica imune a ele.
É importante lembrar que, embora a febre de chikungunya não seja uma doença de alta letalidade, ela tem caráter epidêmico com elevada taxa de morbidade associada à artralgia persistente, tendo como consequência a redução da produtividade e da qualidade de vida. “Os óbitos que acontecem geralmente estão associados a pessoas que tem alguma doença de base. Estão em grupos de risco pessoas idosas, que muitas vezes têm doenças crônicas como diabetes, hipertensão e artrite”. Os neonatos também merecem atenção, pois há possibilidade de transmissão vertical. Durante o parto, mães infectadas podem transmitir o vírus ao bebê, o que pode causar uma infecção neonatal grave. A transmissão por via transfusional também pode ocorrer, mas são casos mais raros, se observados os protocolos.
Como prevenção, os profissionais médicos também devem alertar os pacientes sobre as medidas que podem ser adotadas para evitar a disseminação do vírus. “As orientações de prevenção são exatamente as mesmas em relação à dengue. Manutenção do ambiente doméstico protegido da infestação, ou seja, todo ou qualquer depósito que possa vir a acumular água tem que ser protegido ou eliminado”, lembra. Outra dica importante, segundo Coelho: “Para o paciente que está com suspeita de chikungunya a recomendação é de que ele fique protegido por um mosquiteiro. Isso ajuda a evitar a propagação da transmissão do vírus”.
Mais sobre o vírus - O vírus CHIKV foi isolado pela primeira em 1952, na Tanzânia. Desde então existem relatos de surtos em vários pontos do globo. Houve, em outubro de 2013, o início de uma grande epidemia em algumas ilhas caribenhas. Em locais afetados recentemente, há epidemias com altas taxas de ataque, variando de 38% a 63%.
Larissa Domingues
Comunicação Interna e Conteúdo Web



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