ACADEMIA CARIOCA : Pratique Saúde!

O CMS DR. ALBERT SABIN também oferece atividade física com orientação!

Vamos cuidar bem do nosso Bairro? ao sair de casa leve seu lixo e jogue no LARANJÂO.

DISQUE 136 E FALE COM A OUVIDORIA GERAL DO SUS.

ESPOROTRICOSE - Um risco para seu gato e para você

Projetos Comunidades Sem Tuberculose

Clique na imagem para saber mais.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

CENTRA NO SAMBA RIO


O Centrario convidar a todos para o seu "Grito de Carnaval"
No dia 04 de fevereiro às 14h
Endereço: Rua Dona Mariana 151 - Botafogo

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Hanseníase


O que é?

Doença infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium leprae. Atinge principalmente a pele e os nervos de pessoas de qualquer sexo, idade ou classe social.
Se não for tratada, a doença pode causar diversas deformidades pelo corpo.

Quais os sintomas


Dormência nos pés. Manchas ou placas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas. Caroços avermelhados ou castanhos.
Áreas do corpo com diminuição ou perda da sensibilidade à dor, ao calor e ao tato. Caso apresente esses sintomas, procure a unidade de saúde mais próxima.

Como se transmite


A transmissão da hanseníase se dá pelo contato próximo e prolongado com pessoas doentes sem tratamento através das vias aéreas superiores (pelo ar). A hanseníase não passa por aperto de mão, abraço e carinho ao doente.

Como se trata


A hanseníase tem cura. O tratamento é gratuito e está disponível em todas as unidades de saúde, numa combinação de medicamentos. Quanto mais rápido o diagnóstico, mais fácil é o tratamento.
Fonte: http://portalarquivos.saude.gov.br/campanhas/campanhahanseniase/hanseniase.html

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

CONSELHO GESTOR - PRIMEIRA REUNIÃO - Dia 21 de janeiro de 2016




TEMA: DENGUE, ZIKA VÍRUS E CHIKUNGUNYA.



Reunião do CONSELHO GESTOR com a presença dos representantes de nosso bairro: 

XXVII RA ROCINHA -  Maria Rosentina dos Santos               
COMLURB - JOÃO CARLOS LUIZ BRAGA 
ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO LABORIAUX E VILA CRUZADO -  José Ricardo Duarte
GRUPO COMUNITÁRIO MARIA MARIA - Juaciara Taylor da Silva

















                                        OBJETIVO: Desenvolver AÇÕES  conjuntas para evitar a proliferação do mosquito  AEDES AEGYPTI, transmissor da DENGUE, ZIKA VÍRUS E CHIKUNGUNYA.


Roda de Conversa, para  acharmos em conjunto soluções no combate do mosquito AEDES EGYPTI, com ações educativas e preventivas, com ênfase  no destino do LIXO. 











quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

VOCÊ SABE QUAL A DIFERENÇA ENTRE DENGUE, ZIKA e CHIKUNGUNYA?


JUNTOS SOMOS MAIS FORTES, ONDE TEM ÁGUA PARADA PODE TER FOCO DO MOSQUITO DA DENGUE

A prevenção ainda é a melhor solução, consiste em adotar  medidas simples no próprio domicilio e no entorno que ajudem a combater a proliferação do mosquito transmissor dessas doenças.                                    

 



 Você precisa ajudar a acabar com a Dengue.




     
  • Caixas d'água, cisternas e poços, manter sempre bem tampados e com o ladrão telado.
  • Não deixar acumular água da chuva sobre a laje.  
  • Verificar se as calhas não estão entupidas.
  • Evitar o uso de pratinhos nos vasos de plantas, se não for possível, escorra a água e coloque areia até a borda.
  • Feche sempre os sacos plásticos que contenham lixo dentro e mantenha as lixeiras sempre fechadas.
  • Lave sempre com água e sabão a bandeja externa da geladeira.
  • Guardar sempre garrafas e baldes de cabeça pra baixo.
  • Não deixas que acumule lixo e entulhos no quintal.
  • Guarde pneus velhos sempre cobertos e abrigados da chuva.
  • Sempre esvazie e lave os recipientes usados para armazenar água.













      
                                               CINCO MEDIDAS IMPORTANTES!


  1. Mantenha portas e janelas fechadas.  Use telas nas janelas e mosquiteiros;
  2. Use repelente indicado para gestantes diariamente;
  3. Prefira blusas de manga e calça comprida;
  4. Cuide de sua casa para não acumular água,
  5. Evite contato com pessoas com febre, manchas vermelhas pelo corpo e infecções
OBS: Qualquer dúvida fale com seu agente comunitário de saúde, e/ou ligue para 1746, número da ouvidoria da Prefeitura do Rio de Janeiro, ou acesse o site: www.rio.rj.gov.br/web/smsdc

TUBERCULOSE

O que é Tuberculose


A Tuberculose é uma doença infecciosa e contagiosa causadaMycobacterium tuberculosis. O Brasil é um dos quinze países do mundo que mais tem casos de tuberculose, e na cidade o Rio de Janeiro ocorrem em torno de sete mil casos da doença a cada ano. A Tuberculose atinge, principalmente, os pulmões, mas pode atingir também diversos órgãos, como os rins, os ossos, gânglios, olhos e até mesmo todo o organismo.
por uma bactéria (bacilo) chamada


Transmissão


A transmissão ocorre pelo ar, quando uma pessoa saudável respira ar contaminado por bactérias (bacilos) que foram liberados no ambiente por uma pessoa doente com Tuberculose Pulmonar, ao tossir, espirrar ou falar. Esta infecção pode ou não levar ao desenvolvimento da doença, vai depender de alguns fatores, como:

• a imunidade de cada um;
• o tempo que o doente convive com as pessoas que estão transmitindo;
• a ventilação dos cômodos onde vive o doente;
• a quantidade de bacilos que o doente está eliminando.

É muito importante que todas as pessoas que residem com uma pessoa com tuberculose procurem uma Clínica de Família ou um Centro Municipal de Saúde, apesar da maioria das pessoas, mesmo quando infectadas, não evoluírem para o adoecimento. Não é necessário separar copos, talheres, roupas ou lençóis, já que a contaminação se dá apenas por via aérea, e não por objetos.


Diagnóstico


A radiografia do tórax auxilia o médico a suspeitar de tuberculose e permite observar a extensão da doença, mas exame do escarro é o mais importante para se confirmar o diagnóstico da Tuberculose Pulmonar. Algumas vezes, porém, é necessário iniciar o tratamento sem essa confirmação. Os casos em que a doença acomete outros órgãos (além do pulmão) são geralmente mais difíceis de diagnosticar.


Sintomas


Os principais sintomas são tosse persistente, com ou sem catarro, febre, principalmente à tarde, suor noturno, falta de apetite e emagrecimento. Alguns pacientes podem apresentar escarro com sangue. Em alguns casos, os sintomas são tão discretos que a pessoa nem percebe que está doente, demorando, assim, a procurar o serviço de saúde. Se você apresenta algum destes sintomas por período superior a duas semanas e ainda não sabe a causa, procure uma Clínica de Família ou um Centro Municipal de Saúde próximo de sua residência.


Tratamento


O esquema de tratamento mais utilizado consiste no uso de 4 antibióticos: Rifampicina, Isoniazida, Pirazinamida e Etambutol, no mínimo por 6 meses. Estes medicamentos estão disponíveis nas Clínicas de Família e nos Centros Municipais de Saúde.


O tratamento completo é a única forma de curar a tuberculose.


Sites de pesquisa





terça-feira, 5 de janeiro de 2016

TESTE DO PEZINHO

PRIMEIRO PASSO PARA UMA VIDA SAUDÁVEL!

Teste do Pezinho, indispensável como AMOR de MÃE.


O TESTE DO PEZINHO,  é um exame feito a partir de coleta de sangue do calcanhar do bebê. Ele permite identificar doenças como hipotireoidismo congênito, fenilcetonúria e hemoglobinopatias. É importante fazer o teste do pezinho em todos os bebês recém-nascidos, uma vez que as doenças identificadas pelo exame não apresentam sintomas no nascimento e, se não forem tratadas cedo, podem causar sérios danos à saúde.
                  Todas as crianças recém-nascidas devem realizar o teste do pezinho, a partir do segundo dia de vida até o primeiro mês do nascimento, porém, o ideal é entre o terceiro e o sétimo dia de vida do recém nato. 
Porque esse período? 
Porque algumas doenças podem não estar sensíveis ao teste nas primeiras horas de vida do recém-nascido.
                                                                                   

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

FELIZ ANO NOVO!

SEJA BEM VINDO 2016...

Sábado de faxina – Não dê folga para o mosquito da dengue

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A reprodução do aedes aegypti, também conhecido como o "mosquito da dengue", costuma ser mais intensa durante o verão. O mosquito, que também é o transmissor da chikungunya e do vírus zika, não escolhe o bairro ou casa para se reproduzir. Ele precisa apenas de locais com água parada. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos. A principal ação para prevenção dessas doenças é evitar o nascimento do mosquito da dengue, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação.
Para chamar a atenção sobre a importância da limpeza para eliminação dos focos do aedes aegypti, o Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue". A ideia é que toda a população dedique um dia da semana para verificar todos os possíveis focos do mosquito, fazendo uma limpeza geral em sua residência e impedindo a reprodução do aedes.
 O resultado do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) mostrou que 199 municípios brasileiros estão em situação de risco de surto de dengue, chikungunya e zika. Mais de 4% das casas visitadas nestas cidades continham larvas do mosquito. O Ministério da Saúde registrou, até 14 de novembro, 1,5 milhão casos prováveis de dengue no país. O aumento é de 176%, comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 555,4 mil no ano passado.
Em 45 dias um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas. É bom lembrar que o ovo do aedes aegypti pode sobreviver até 450 dias, mesmo se o local onde foi depositado estiver seco. Se a área receber água novamente, o ovo ficará ativo e poderá atingir a fase adulta em poucos dias. Por isso, após eliminar a água parada, é importante lavar os recipientes com água e sabão.
O governo federal também está fazendo sua parte, com a capacitação de pessoal de estados e municípios para identificar locais de proliferação do mosquito e distribuição de larvicidas, inseticidas e kits de combate. O Ministério da Saúde repassou, até novembro deste ano, R$ 1,25 bilhão aos governos estaduais e municipais para o combate ao mosquito.
Confira o check list e aproveite o sábado para deixar sua casa livre da dengue!
dengue check list-2
Fonte: Blog da Saúde

REUNIÃO DE BLOGUEIROS

Última Reunião do ano dos Blogueiros, como sempre traçando planos para melhorar nossa comunicação
ACS Paulo, ACS Alexandre. ACS Luciana, ACS Devaldo e Diretora Maria Helena

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

PLACA COMEMORATIVA

No dia 16 de dezembro, o CMS Dr Albert Sabin recebeu 
a placa comemorativa por ter se destacado em 2015 
nas Ações de Saúde da Mulher e da Criança. 
Obrigado a todos que participaram dessa conquista.





quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

DEFESA CIVIL DO RIO DE JANEIRO

Alertas por SMS









A Subsecretaria de Defesa Civil do Município do Rio de Janeiro está disponibilizando, junto as operadora Claro, Oi, Tim e Vivo, um canal gratuito para divulgação de alertas, notícias e dicas de prevenção contra acidentes.

Confira abaixo um exemplo de mensagem do canal:



31-08Def.Civil: Previsão de chuva moderada/forte em toda a cidade. Evite locais de risco. Caso necessário ligue 199. (DCRJ)


Para se cadastrar nas operadora Oi, Tim e Vivo envie DCRJ para o número 4000.
Para se cadastrar na operadora Claro envie DCRJ para o número 889.

Você receberá uma mensagem da operadora. Para confirmar, responda  "SIM" e sua assinatura gratuita será feita. O usuário não precisa ter créditos para fazer o cadastro.


Para deixar de receber as mensagens envie um SMS com a palavra "SAIR" para o número da sua operadora. 
FONTE: Prefeitura do Rio de Janeiro-Subsecretaria de Defesa Civil

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Não deixe a dengue pegar você de surpresa



Feliz Natal do Sabin para todas as CAP


Estamos brincando de combater o Aedes aegypti', diz infectologista da Fiocruz

Por Guilherme Cavalcante e Kemila Pellin
No Brasil, todas as atenções estão voltadas para o mosquito Aedes aegypti. Ao mosquito, é atribuído o contágio de uma tríplice epidemia dos vírus que causam dengue, febre chikungunya e, mais recentemente, o zika vírus. Este, a propósito, tem causado temores, sobretudo a mulheres gestantes, por estar relacionado a caso de microcefalia em fetos - uma má-formação congênita que reduz o tamanho do crânio do bebê e que pode trazer sequelas motoras e de linguagem. A situação, no entanto, tem sido agravada em função de mal-entendidos e de informações falsas sobre prevenção e consequências da doença. Para dirimir estas dúvidas e acalmar os ânimos (ou não), o jornal Midiamax procurou o médico infectologita e diretor da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) em MS, Dr. Rivaldo Venâncio Cunha, para dissipar a nuvem de desinformação sobre a doença. Na entrevita, Rivaldo também comentou sobre o sistema de combate ao mosquito e foi tácito ao afirmar: "estamos brincando de combater o Aedes aegypti". Confira.
A mídia tem tratado esta nova epidemia como uma 'tríplice epidemia', que envolve a dengue, o zika vírus e a febre chikugunya. O que isso significa para a população?
Este termo é referente a três epidemias que estão ocorrendo ao mesmo tempo e que são todas causadas pelo menos agente. Elas não se tornam mais ou menos perigosa por isso. É uma casualidade que estamos vivendo, uma triste coincidência, que é ter os três tipos de vírus transmitidos pelo mesmo mosquito, circulando ao mesmo tempo no país. O que complica é que assim fica mais difícil o atendimento aos doentes, porque os sintomas podem ser confundidos, como no caso da dengue com o zika vírus. E em relação à chikungunya, aqueles casos mais brandos, mais leves, que também podem ser confundidos com a dengue. Mas, as medidas preventivas contra o vetor, que é o Aedes aegypti, são as mesmas.
Já existe consenso sobre como o zika vírus chegou ao Brasil?
Não tem como saber com certeza, mas uma das hipóteses é que a doença tenha chegado ao país durante a Copa do Mundo, ano passado.
Estamos ouvindo muitos boatos em relação ao zika vírus e à microcefalia, por exemplo, de que crianças de sete anos, se contrairem zika, podem ter microcefalia. O que é mito e o que é real em relação a esta combinação?
Neste caso que você citou, não existe nenhum relato científico aqui no Brasil de pessoas dessa idade que tenham desenvolvido microcefalia. Isso é tão absurdo que para se desenvolver microcefalia o cérebro teria que murchar. As pessoas também deliram, acreditam em coisas sem fundamento. É lamentável que estas informações circulem, pois quem publica esse tipo de notícia ou corrente está fazendo um desserviço, e a população precisa ter um pouquinho de bom senso para discernir as coisas e procurar sempre fontes oficiais.
Outra dúvida comum são mulheres grávidas que tiveram zika e que tem medo de amamentar o bebê. Isso tem fundamento?
Veja bem. Já ouve a identificação do material genético do vírus em pouquíssimos casos no leite materno. Mas não era uma 'partícula viável', como nós chamamos tecnicamente, porque os pesquisadores tentaram replicar o vírus no laboratório e não conseguiram. Isso acontece muito na virologia.  Às vezes você faz identificação de algum material genético, mas aquilo não é viável, não se reproduz e não contamina. O que nós sabemos cientificamente até agora, é apenas que foram encontrados 'restos' do zika em dois ou três casos, ou seja, é algo muito raro. E ainda assim, eles não contaminavam. Ou seja, não há evidência para que se recomende suspender a amamentação.
O que se sabe de concreto sobre a relação da zika com a microcefalia?
Primeiro, o conhecimento histórico de que o vírus gosta do sistema nervoso central. Há publicações científicas que reproduzem resultados de experimentos em camundongos no final da década de 1940 e essas pesquisas mostraram que o vírus gostava do sistema nervoso central do camundongo. Então, tem essa evidência lá de trás. Aqui no Brasil, foi identificado em líquido amniótico de duas mulheres que estavam grávidas, e que tinha o diagnóstico de  microcefalia, por meio de ultrassonografia de seus fetos. Foi feita a punção, aspirado o líquido e constatado que ali tinha RNA, ou seja, material genético do vírus. E, posteriormente, algumas semanas depois, houve uma criança que nasceu com microcefalia no Ceará e que infelizmente foi a óbito. Na autópsia, viu-se que nos tecidos desta criança também estava presente o zika. Depois que o Brasil noticiou para o mundo essa manifestação clínica nova da doença, ou seja, alterações congênitas decorrentes do contato com o vírus, as autoridades sanitárias da Polinésia francesa foram rever seu banco de dados, porque tinha tido uma epidemia de zika no local, e viram que lá também tinha tido aumento no número de microcefalia e que até então não tinha percebido.

Segundo Rivaldo, o tratamento da microcefalia precisa ser feito por equipe multidisciplinar (Divulgação)Segundo Rivaldo, o tratamento da microcefalia precisa ser feito por equipe multidisciplinar (Divulgação)


Já se sabe até quanto tempo de gestação o feto está vulnerável à má formação?
É provável que haja um momento em que as sequelas diminuem, mas, ainda não se sabe até que momento pode ser. Nós trabalhamos seguindo analogia ao vírus da rubéola, que normalmente, quando a infecção do feto ocorre no primeiro bimestre, há mal-formações graves. Quando acontece no primeiro trimestre, são alterações brandas, leves. Então, estamos trabalhando com essa perspectiva. De qualquer forma, é necessário que se observe atentamente todas essas situações: todas essas grávidas que foram expostas ao vírus zika, e que acompanhemos as crianças que vão nascer para observar a intensidade das alterações.
Já existe algum indício de que uma mulher ou menina, sem estar gestante e que contrai a doença, vai poder engravidar?
Em tese, o vírus não ficaria no corpo da pessoa, mas não há certeza disso ainda. Isso porque o vírus é de um gênero que tem dengue, zika, febre amarela, febre do Nilo Ocidental e hepatite C. Nele, têm vírus que não ficam no organismo humano, como a dengue, e têm os que permanecem por longo tempo, como no caso da hepatite. A gente não sabe ao certo se ele vai tender mais para o lado do dengue ou da hepatite. Acreditamos que seja mais para o dengue, pelo fato dos dois serem transmitidos pelo mesmo mosquito, mas ainda não há comprovação.
Além da prevenção ao mosquito, quais as recomendações durante o tratamento?
Nós, profissionais da saúde, temos primeiro que acolher as famílias. Não é só a criança, mas toda a família. Isso porque toda má formação é algo que mobiliza a família inteira. Então temos que estar preparados cada vez mais para promover os cuidados, o acompanhamento, o carinho e a solidariedade que esta família necessita. Há todo um protocolo do Ministério da Saúde, que está sendo publicado, que fala quais os exames que têm que ser feitos para dimensionar a má-formação etc. Mas vamos precisar que uma equipe multiprofissional muito ajustada entre as diversas categorias da saúde esteja envolvida. Vai precisar do médico e também da enfermeira. Vai precisar do fisioterapeuta e do fonoaudiólogo. E da mesma forma, não poderemos prescindir, por exemplo, da presença do psicólogo, para dar suporte à família. Vamos ter que exercer um princípio que é do SUS (Sistema Único de Saúde), que é a integração destes profissionais, e ver que ali não é apenas uma criança com microcefalia, mas um ser humano cuja família também precisará de suporte.
Como podemos destacar o papel do poder público no combate ao mosquito, já que essa epidemia não é uma coisa nova? Onde está o erro?
O erro está no modelo de desenvolvimento econômico que o Brasil adotou há 500 anos. Não é um erro do gestor atual, mas deste processo de desenvolvimento econômico, que privilegia o crescimento urbano acelerado e desorganizado sem o devido suporte dos instrumentos necessários para a tender a população, como por exemplo, coleta regular de resíduos sólidos, fornecimento de água de modo regular para consumo doméstico e a própria distribuição geográfica de vários espaços.
O senhor pode citar um exemplo?
Algumas favelas brasileiras, que estão ali há décadas e não receberam absolutamente qualquer projeto de urbanização. Não tem como o poder público, depois de tantos anos de apartheid social que foi feito nessas favelas, manter um controle de vetor. Se você abrir o Google e procurar uma fotografia de Paraisópolis, em São Paulo, ou da Rocinha, no Rio de Janeiro, você vai ter a clara noção de que é impossível ter um controle de vetor numa comunidade dessas. Por outro lado, nós temos que ter consciência de que estamos diante de um evento de extrema gravidade do ponto de vista de saúde pública, que poderá marcar uma geração de brasileiros, da mesma forma como marcou a poliomielite. E talvez não seja exagero dizer, mas também como marcou o HIV, só que em crianças.
No combate ao Aedes aegypti, a educação da população também é um fator a ser explorado?
Sim, mas não a educação de ensino regular. Veja só, se você andar pela rua, vai cansar de ver gente jogando latinha fora do lixo. Enquanto persistir isso, não tem solução. A gente tem que se conscientizar. O brasileiro tem isso de se apegar a ilusões, só que a realidade nos confronta. Sabe o jogo do Brasil com a seleção alemã, o 7 a 1? Então. Nós estamos brincando de controlar o Aedes aegypti nesses trinta anos que tem dengue no Brasil. Tem todo esse tempo e nós estamos perdendo de 7 a 1 na luta contra esse mosquito. Nós estamos usando uma estratégia que não está dando certo. É claro que uma coisa ou outra, prefeito A ou prefeito B, uma greve na coleta do lixo, enfim, podem contribuir para a situação. Mas, para além disso temos que refletir o que está no cerne da questão, se é que queremos resolver o problema.
Fonte: http://www.midiamax.com.br/entrevista/284096-estamos-brincando-combater-aedes-aegypti-infectologista-fiocruz.html

PCT ( PROGRAMA DE CONTROLE DA TUBERCULOSE)

No dia 09 de dezembro, aconteceu a visita de um grupo da Inglaterra que trabalha com Ciência Comportamental.

 Acompanhados pela Diretora Maria Helena C. de Carvalho, Drª Elizabeth Labruna e Enfª Regina Agonigi, o grupo veio com os representantes (Simon e Renos) estudiosos do assunto,  juntos com a Drª Patricia Durovni, Drª Elizabeth Soares, Drª Jussara S. Silva e Drª Mariana Puppin do PCT.

O grupo desenvolverá um trabalho em conjunto com o PCT, que tem por objetivo traçar uma estratégia para aumentar a adesão ao tratamento da TB(Tuberculose).

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

CAMPANHA - TESTE, TRATE E VIVA MELHOR

RESULTADO FINAL DOS TESTES PARA HIV/AIDS E SÍFILIS

E chegamos ao final de mais uma campanha, e a adesão pelos usuários foi satisfatória, veja nossos números abaixo:

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Segunda Etapa de Vacinação antirrábica para animais será realizada sábado 05 de Dezembro

                                              Campanha termina no próximo sábado 


No próximo sábado, dia 05 de dezembro, termina a campanha de vacinação de cães e gatos Rio sem Raiva. As doses serão aplicadas em 50 pontos, que estarão espalhados pela Zona Sul, Barra, Centro e parte da Zona Norte, das 8h às 17h. Esta será a última de seis etapas da campanha de 2016, que já vacinou 270 mil cães e gatos. O objetivo é chegar a 556 mil animais vacinados no ano.
A meta de vacinação é definida pelo Programa de Profilaxia da Raiva do Ministério da Saúde, que estima o número de cães e gatos na cidade em torno 10% do número da população humana. Os endereços dos postos de vacinação podem ser consultados no link abaixo ou pelo telefone 1746.
Na hora da vacinação, os cães deverão estar com coleira e guia, e os gatos em sacolas de pano ou em gaiolas apropriadas. Animais com temperamento agressivo devem estar com focinheira. Sintomas como dores no local vacinado, febre e comportamento mais quieto do animal podem ocorrer por até 36h após a aplicação.
A raiva é uma doença que compromete o sistema nervoso do homem, sendo incurável e com índice de letalidade próximo a 100%. É uma zoonose viral e todos os mamíferos estão suscetíveis ao vírus, podendo transmiti-la. Mas cães, gatos e morcegos são os principais transmissores. A vacina é a única maneira de controlar a doença.
Caso uma pessoa seja mordida por um desses animais, deve lavar o local machucado imediatamente, com água e sabão. Ao mesmo tempo, deve-se procurar a unidade de saúde mais próxima, onde receberá os primeiros cuidados e será encaminhada para uma das unidades especificas que funcionam como pólo de profilaxia da raiva. Se possível, isolar o animal por 10 dias, para ver o grau de manifestação da doença, e informar se tem dono e o endereço onde habita.
A raiva está controlada e sem apresentar registro de casos em humanos há mais de 25 anos no Rio, mas ainda oferece risco à população, pois a cidade conta com um número alto de morcegos, cachorros e gatos, principais transmissores do vírus.
Após o término da campanha, a vacinação vai continuar em dois postos permanentes, que ficam no Instituto de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, localizado na Av. Bartolomeu Gusmão, 1120, em São Cristóvão, e no Instituto de Vigilância e Fiscalização Sanitária em Zoonoses Paulo Dacorso Filho, localizado no Largo do Bodegão, 150, em Santa Cruz.

FONTE:http://www.rio.rj.gov.br/web/vigilanciasanitaria

Veja os locais na Rocinha onde acontecerá a vacinação!




segunda-feira, 30 de novembro de 2015

TESTE, TRATE E VIVA MELHOR!

 CAMPANHA PARA TESTE DE HIV/AIDS E SÍFILIS                                                                                                             E vale lembrar que a campanha  continua até o dia       04.12.2015, com o horário das 08:00 às 16:00hs.      Você que ainda não o fez, pode chegar até nossa  unidade de saúde para realizar seu TESTE. 

                     O TESTE é gratuito e não precisa estar em jejum.                                 

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

REUNIÃO COM PARTICIPAÇÃO DOS MORADORES E REPRESENTANTES DO TERRITÓRIO DE ABRANGÊNCIA DO CMS DRº ALBERT SABIN

Tema: Território Social - MACEGA


Foi realizada hoje (27/11/15), na Creche Maria Maria a nossa reunião com a participação dos moradores da área da Macega. 

     A Equipe apresentou o Diagnóstico Situacional/Território Social da Macega. Foram abordados os principais assuntos da área:
    Dengue, esporotricose, acúmulo de lixo, falta de saneamento, dificuldades de acesso em algumas áreas, área de risco geográfico, água...
     Os moradores apontaram a necessidade de uma reunião com a participação da XXVII Região Administrativa, Associação de Moradores, Cedae e Comlurb.

     Ficou estabelecido que as nossas reuniões serão mensais.















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